Quando encontramos uma chave de parafusos em cima da penteadeira e ficamos a pensar o que raio é que aquilo faz ali. Depois lembramo-nos que estava no bolso do robe no dia anterior, deixamo-la ali, mas sem a menor ideia de como foi parar ao bolso.
Quando nos dirigimos para a casa de banho com um pacote de manteiga na mão e ao lá chegarmos procuramos a prateleira do frigorífico... pois, era na porta ao lado.
Quando dou por mim a dizer "Cala-te Victória!" ou "Sasha não mexe aí!"
(sim, isto aconteceu mesmo)Quando digo à Catarina "Larga o telemóvel e liga à tua irmã!" e ela responde "Não tenho o número dela" e eu desato aos gritos porque ela tem sempre um resposta na ponta da língua.
É incrível como ao fim de uns anos damos por nós a dizer frases que as nossas mães nos diziam. Não vos acontece o mesmo?
Estamos exaustas quando ao fim de 8 meses ainda não dormimos uma única noite completa, acordamos ainda três e quatro vezes para dar de mamar.
Quando vemos o tempo a passar e não conseguimos fazer aquilo a que nos propomos.
Quando temos uma bebé, uma filha, um pai e uma cadela que exigem toda a atenção. Uma casa que precisa de ser cuidada, refeições a preparar, etc.
Victória 8 meses
Gatinha pela casa toda e as suas calças são a prova do "sujo mais sujo não há", que vergonha! Eu que pensava que assim que ela começasse a andar deixava-me mais tempo livre...
Já tem dois dentinhos inferiores e aguardam-se os outros:
Continua rabujenta para adormecer, já tentei de tudo, cantar para ela, palmadinha nas pernas, contar histórias, festinhas na cabeça... é sempre complicado. Demoro cerca de 15 minutos a adormece-la (no mínimo) e ela dorme apenas 10.
Ainda assim já começa a brincar sozinha por breves minutos. Os restantes ou estamos ao pé dela ou começa aos gritos.
Já brinca ao esconde-esconde e adora o cão.