domingo, 29 de janeiro de 2017

Cozinha :: home tour


Continuando o post anterior, segue-se a cozinha.
Por aqui também ela foi sofrendo alterações ao longo dos anos.

De frente para a porta da rua apenas se vê o que mais gosto nesta cozinha, o aparador e a loiça branca.










Descobri que tenho armários mais que suficientes para guardar toda a loiça e mercearias que preciso para nós. Livrei-me dos móveis antigos e fiquei com apenas dois que comprámos na ikea, o problema eram as portas. Decidi fazer eu as portas com o que sobrou dos roda-pés que colocámos na sala depois de termos colocado o chão flutuante. Cortei à medida a agrafei por trás uma rede de galinheiro. Coloquei dois esticadores em cada uma e prendi uma cortina (demasiado fina é verdade, mas era o que havia).
Ficaram também 3 prateleiras suspensas onde coloquei a loiça do dia a dia sempre à mão, já não há visitas à procura dos copos!








Os armários inferiores também foram retirados, coloquei as máquinas e o frigorífico tudo na mesma parede (Yeh) inclusivé a salamandra.

Ainda falta a placa de indução, uma vez que esta troca toda de armários foi exactamente por causa do cilindro que não cabia em lado nenhum e tivemos (eu) que encontrar uma solução para o esconder de uma vez por todas... Por enquanto funciono com uma placa de apenas um bico, daquelas que se retiram e se levam para todo o lado.
Ao retirar os armários, guardei apenas um módulo onde transformei e construí 3 gavetas, a maior para os tachos (só ainda não consegui colocar rodizios e já me entalei umas poucas vezes porque custam mesmo a fechar. Está para breve.
Entre o forno e as gavetas optei por colocar uma cortina, começou por ser provisório até construir as portas com a medida certa mas acabei por gostar do resultado e ficou.










 A cozinha antes quando nos mudámos para cá...




sábado, 7 de janeiro de 2017

Living room :: home tour

Segundo dizem "vale mais tarde que nunca".


Há bastante tempo que queria fazer uma home tour aqui por casa, mas nunca nada parece estar no lugar certo, o orçamento é sempre muito curto e mesmo o mínimo parece muito para o que pretendo e deste modo vou mostrar (não sei bem quando, cada vez as visitas por aqui vão sendo mais espaçadas) a nossa casa como terminámos o ano de 2016.

A sala, continua com a parede das riscas, já me fartei dela, já gostei dela, já tive para arrancar as fitas todas... mas vou deixando ficar, sempre dá algum caracter à divisão.




A parede vazia foi ocupada pela dita prateleira e estou cheia de vontade de lhe trocar a decoração toda (sem fazer mais furos, prometo... qualquer dia consigo espreitar o vizinho do outro lado).





Há dias dei por mim a ver posts antigos e imagens no google sobre a nossa sala, caramba as vezes que eu já mudei isto! Desde sofás a tapete, mesas de centro, pareço uma daquelas "tias" finas que trocam a decoração todos os anos, só que não.
O sofá permaneceu preto e imaculado como no primeiro dia, vá talvez tenha algumas marcas de uso no assento, mas é sinal que é usado com bastante frequência e já perdia a conta das noites que aqui dormi com as miúdas, faz uma cama fantástica.
Penso que a mudança mais radical foi mesmo o chão flutuante, fez toda a diferença nesta divisão e faria na casa toda...












A zona de refeições que era creme e ninguém percebia, só a mim é que me fazia uns nervos nervosos de cada vez que olhava para ela, quando pintei de branco ficou linda. Só foi possível coloca-la depois de termos acrescentado a sala, 1m de chão foi o suficiente (apesar da minha vontade ser partir a parede do espelho e ficar com tudo amplo, além do espaço a luminosidade seria excelente uma vez que ficaria com duas janelas e teria o sol da manhã e o da tarde). A lareira e a cristaleira completaram a sala dando este toque vintage que eu tanto gosto.


Sei que em breve irei trocar tudo de lugar, mas é sempre bom recordar posts antigos e ver o quanto esta pequena divisão, que não deve ter 20m2, já foi alterada.

sábado, 3 de dezembro de 2016

A preparar o natal...

Já faz uns tempos que não venho aqui, mas a culpa é do instagram e do facebook torna tudo mais práctico. A verdade é que o blog continua a dizer muito e dá sempre um pouco de nós a quem está do outro lado.
Como ainda não tenho uma máquina fotográficaa sério, as fotos vão sendo tiradas com o telemovel. Na rua ainda ficam mais ou menos mas em casa sem luz natural e a pouca artificial... fica tudo desfocado e perco a vontade. Ás vezes tiro (50 fotos, sem exagero) e quando passo para o computador aproveito 7 ou 8 é altamente desmotivante, pode ser que o velho este ano se lembre e me ofereça uma máquina nova.... ou então uma casa, ehehe.

Este ano não fui das primeiras a fazer a árvore de natal, penso que o frio chegou em força e logo a seguir ao halloween, muitos foram os que esqueceram a tradição e começaram a pensar no pinheiro verde.

Aqui a árvore nunca muda muito, utilizamos sempre os adereços dos anos anteriores fazendo uma ou outra reciclagem. Desta vez queria uns passarinhos na árvore e consegui encontrar nas lojas "Casa". O branco e vermelho predominam a árvore, mas o resto da decoração ainda se mantém no branco.

Apesar de tudo cansei-me dos abajoures clarinhos e decidi arriscar no preto. Aqui foi a forma que utilizei antes para o fazer e resulta muito bem.








A parede ao lado da mesa esteve bastante tempo mesmo com 4 molduras idênticas, sem qualquer imagem. Mais tarde encontrei duas mas nunca me fizeram sentido. Queria 4 passarinhos engraçados mas pelo que procurei na internet não consegui encontrar nada com o tamanho certo na posição que eu pretendia. 
Desisti e pensei em fazer mais uma composição na parede. Porque não já fiz tantas, no fim sou eu que tapo os buracos e muitas vezes sou eu que pinto, portanto o problema é todo meu.

Coloquei uma pequena madeira com duas armações de ferro que mal se notam, uns quadros em volta e assim vou poder trocar a decoração da prateleira até me chatear.

Desta vez está tudo alusivo ao natal.

Há algum tempo comprei este bastidor pequeno para uma ideia que tinha em mente, nunca a realizei e pensei em desenhar um veado. Vá, não se ponham com coisas, vê-se bem que é um veado... não tirei nenhum molde e ainda não aprendi a bordar.
Coloquei um pano preto de sarja e desenhei a giz branco.




As árvores de natal fiz com algumas ripas de madeira que tinha por aqui, comprei para fazer a moldura do espelho que tenho no meu quarto. 
Uns amigos que moram num apartamento têm tudo o que é ferramentas, esta dá imenso jeito para cortes com vários ângulos.






A árvore também já está e ao que parece assim vai ficar.









quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Tapete de relva no exterior

Após várias e inúmeras tentativas, nunca consegui plantar relva no nosso espaço exterior, mas eu gosto mais do cão e por isso desisti. Não que ele fizesse grandes buracos, havia apenas ali um canto ou outro que ele achava que existia petróleo e junto ao muro quando está muito calor é sempre certinho porque procura a terra fresca para se deitar, é mesmo muito quente o tempo por aqui.
Tentei relva de saco, relva de jardim, grama... nada. As necessidades do animal têm que ser feitas em algum lado e antes na terra que no cimento onde nós andamos muitas vezes descalços.
Quando começava a ficar bonita, depressa vinha a chuva e ficava feia, depois apareciam as ervas daninhas, a água que eu gastava no verão a regar...
Desisti.






Desisiti no dia em que fui à praia de Carcavelos depois de um festival qualquer que houve num dos parques de estacionamento em terra batida. A organização deve ter colocado estes tapetões de relva artificial enormes para o pessoal dançar sem "levantar poeira". Foi a melhor coisa que podiam ter feito!
Quando chegámos muito sinceramente nem reparei nos enormes amontoados de relva que por ali haviam, mas ao fim do dia o parque de estacionamento era quase nosso e claro "sugeri" que ele lá fosse buscar um monte. 
Ele "vai lá tu!" eu "Eu não, olha se está lá alguém a dormir debaixo??"
Andámos naquilo um bocado, "olha se aparece alguém" " e então não estamos a roubar nada isto é para o lixo".
Ele foi lá.
O jipe cheio de tralha,para avariar, na mala e o monte era enorme mas estava de tal modo embrulhado que não dava mesmo para separar ou arrumar melhor. Conseguimos fechar a porta a muito custo e fomos para casa da minha mãe. No parqueamento do prédio ele tentou dobrar aquilo da melhor maneira possível e só aí tivemos a noção dos metros que eram.
Deu para quase todo o quintal.



Sem dúvida nenhuma que deixou o nosso espaço muito mais confortável e até aparenta ser maior. Depressa me esqueci da terra, da relva natural e da água que andava a gastar. foi só colocar por cima do cimento (horroroso) e a parte da terra tentei alisar o melhor possível para que ficasse ao nível do cimento.

Estava a ficar tão agradável que lá ganhei coragem e pintei os muros e o anexo depois da chuva de óleo que o gajo fez e deixou as paredes com aquele aspetcto.
Em seguida a porta de madeira, já não havia nada a fazer, tem mesmo muitos anos aquela porta era da segunda entrada do meu sogro uma casa com mais de 40 anos. Tinha ainda um resto de tinta encarnada, daquela que pintei o chão da sala, a tinta é óptima e não podia ser melhor para pintar a porta. Gostei do resultado, fiquei logo a imaginar a cara do jeitoso mas nem refilou muito, perguntou apenas se não tinha um cor de rosa fluorescente ...  Depois do trabalho que tive a pintar o que ele sujou, quando lhe mostro o resultado final, orgulhosa do meu trabalho num dia de sol de 40º, ele olha muito seriamente com aquele ar de aprovação/desaprovação para tudo e diz-me "então pintaste ali o candeeiro"
A sério, pintei o candeeiro?! E o resto?? Deu-me vontade de lhe apertar o pescoço porque ele sozinho nunca pinta nada, estou sempre eu atrás a limpar o que ele deixa cair.



Ainda faltam umas coisas, como sempre, mas está a ficar muito mais composto. Construí uma pequena floreira para dar apoio ao grelhador. Desde o grelhador à floreira é tudo muito original.

A floreira era o que sobrou destas antigas, que entretanto desmanchei porque precisava de umas madeiras para a espreguiçadeira, coloquei uns camarões e pendurei alguns utensílios e o pano da loiça.

O grelhador são apenas uns blocos de cimento que sobraram da construção da parede da sala, umas pedras grandes que tínhamos aqui e tijolos de burro que eu adoro e alguém me ofereceu. Uma grelha de um forno antigo e voilá!










Ainda faltam alguns acabamentos, algumas pedras, outra espreguiçadeira, uma mesa de apoio, mas este já foi um verão muito agradável para nós. Mesmo as noites são muito bem passadas por aqui.

Agora em vez de gastar água a lavar o chão, aspiro e varro muitas vezes. De vez em quando também lavo e esta relva aguenta lixivia e tudo, é óptima.

Esta ideia já estava na nossa cabeça há muito tempo mas o preço destes tapetes de relva artificial  era demasiado para nós e nestas dimensões nunca vi há venda.


As plantas já referi aqui, não consigo que outras se aguentem todo ano bonitas e vistosas como as suculentas, são óptimas e adaptam-se muito bem nestes blocos de cimento em falta de canteiros melhores.





 

 Os lanches agora são ainda mais agradáveis, não pela mesa em si mas porque temos uma vista muito mais bonita. Espero que o Inverno não estrague muito a aparência que tem agora. Apesar do post chegar um pouco tarde, por aqui ainda não chegou a chuva.











Aqui alguns posts sobre o nosso exterior antes.

Este era o aspecto do nosso exterior antes: