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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Quadro de ardósia


Há algum tempo encontrei no Lidl este rolo autocolante em ardósia. Fiquei um pouco reticente, o meu marido disse que "isso não vai durar nada", felizmente levei a minha avante e trouxe-o para casa.
Estou farta de escrever nele e a Victória também!





Este rolo tem 200x45cm, colei numa porta de armário que comprei nas oportunidades da Ikea, e pendurei na parede com dois apliques. Com o restante fiz um quadro maior ainda para a minha filha.








quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Arte em conta

Todas as crianças têm a sua arte própria. Eu adoro os trabalhos da minha filha.
Num destes dias estava a trovejar imenso e aqui é normal... falta logo a electricidade. Peguei numas tintas e uns pincéis e dei-os à Vi, aproveitei a tela que tinha pintado há algum tempo, numa noite de insónias.

Ela adorou o momento, e nem se importou com a trovoada (importei-me mais eu que ela.....).




Há algum tempo atrás pintei eu isto nessa mesma tela, só porque sim. E depois achei que a minha filha fazia melhor.









Só agora publico porque... me lembrei que estava um sol maravilhoso lá fora.


Terapia para pobres

No ano passado estava eu muito sossegada a olhar para a televisão sem que me apetecesse ver nada dos vários canais. Não me apetecia ver o ecrã do computador, não tinha sono e por incrível que pareça a casa estava em silêncio.
Eu é que não estava bem...

De tanto olhar para a televisão, olhei para a parede onde estava a tela que pintei num belo dia em menos de nada. Desenhei a carvão a flor e passei por cima com o pincel e umas tintas da minha filha.




A tela e o desenho não me diziam nada. É um tipo desenho que já faço há bastante tempo, tinha desenhos do género nos cadernos da escola e a minha filha pede-me que o faça várias vezes nos seus cadernos.

Peguei na tela  e fui para o quintal. Passava da uma da manhã quando agarrei nas tintas e nos pinceis.
O tom de rosa era da parede do quarto da Catarina, o branco dos vários móveis que já pintei aqui em casa, o dourado ainda da noite do halloween, e o cinza do carro do meu marido, um spray que ele comprou para dar um retoque na mala.

Não tirei fotos nenhumas, durante o trabalho, nem imaginava como ia sair o resultado, mas inspirei-me numa tela desta menina que adorei. Claro que não está nem parecido, ela pinta como respira.

Não usei técnica nenhuma, até porque nunca aprendi nenhuma, fui dando asas aos pinceis e passou-me a neura. Serviu como terapia, sem gastar um cêntimo (sempre importante).









Se estiverem aborrecidas, agarrem numa uma tela, peguem numas tintas, nem que sejam os guaches escolares dos vossos filhos. Misturem as cores que pretendem e não lavem pincel nenhum enquanto as estão a usar (a mistura dos tons dá a sua graça). Dêem asas à imaginação (seja uma flor, um trevo ou um quadrado), e dedos aos pinceis!
Poupem uns euros num consultório ou uns euros numa peça de arte para a sala.

Se no final não ficar ao vosso gosto, não chorem! Pintem por cima e comecem de novo.


É claro que no outro dia de manhã continua tudo na mesma, o céu continua azul e o sol amarelo... mas se recorrermos a um terapeuta também.