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sábado, 7 de janeiro de 2017

Living room :: home tour

Segundo dizem "vale mais tarde que nunca".


Há bastante tempo que queria fazer uma home tour aqui por casa, mas nunca nada parece estar no lugar certo, o orçamento é sempre muito curto e mesmo o mínimo parece muito para o que pretendo e deste modo vou mostrar (não sei bem quando, cada vez as visitas por aqui vão sendo mais espaçadas) a nossa casa como terminámos o ano de 2016.

A sala, continua com a parede das riscas, já me fartei dela, já gostei dela, já tive para arrancar as fitas todas... mas vou deixando ficar, sempre dá algum caracter à divisão.




A parede vazia foi ocupada pela dita prateleira e estou cheia de vontade de lhe trocar a decoração toda (sem fazer mais furos, prometo... qualquer dia consigo espreitar o vizinho do outro lado).





Há dias dei por mim a ver posts antigos e imagens no google sobre a nossa sala, caramba as vezes que eu já mudei isto! Desde sofás a tapete, mesas de centro, pareço uma daquelas "tias" finas que trocam a decoração todos os anos, só que não.
O sofá permaneceu preto e imaculado como no primeiro dia, vá talvez tenha algumas marcas de uso no assento, mas é sinal que é usado com bastante frequência e já perdia a conta das noites que aqui dormi com as miúdas, faz uma cama fantástica.
Penso que a mudança mais radical foi mesmo o chão flutuante, fez toda a diferença nesta divisão e faria na casa toda...












A zona de refeições que era creme e ninguém percebia, só a mim é que me fazia uns nervos nervosos de cada vez que olhava para ela, quando pintei de branco ficou linda. Só foi possível coloca-la depois de termos acrescentado a sala, 1m de chão foi o suficiente (apesar da minha vontade ser partir a parede do espelho e ficar com tudo amplo, além do espaço a luminosidade seria excelente uma vez que ficaria com duas janelas e teria o sol da manhã e o da tarde). A lareira e a cristaleira completaram a sala dando este toque vintage que eu tanto gosto.


Sei que em breve irei trocar tudo de lugar, mas é sempre bom recordar posts antigos e ver o quanto esta pequena divisão, que não deve ter 20m2, já foi alterada.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Tapete de relva no exterior

Após várias e inúmeras tentativas, nunca consegui plantar relva no nosso espaço exterior, mas eu gosto mais do cão e por isso desisti. Não que ele fizesse grandes buracos, havia apenas ali um canto ou outro que ele achava que existia petróleo e junto ao muro quando está muito calor é sempre certinho porque procura a terra fresca para se deitar, é mesmo muito quente o tempo por aqui.
Tentei relva de saco, relva de jardim, grama... nada. As necessidades do animal têm que ser feitas em algum lado e antes na terra que no cimento onde nós andamos muitas vezes descalços.
Quando começava a ficar bonita, depressa vinha a chuva e ficava feia, depois apareciam as ervas daninhas, a água que eu gastava no verão a regar...
Desisti.






Desisiti no dia em que fui à praia de Carcavelos depois de um festival qualquer que houve num dos parques de estacionamento em terra batida. A organização deve ter colocado estes tapetões de relva artificial enormes para o pessoal dançar sem "levantar poeira". Foi a melhor coisa que podiam ter feito!
Quando chegámos muito sinceramente nem reparei nos enormes amontoados de relva que por ali haviam, mas ao fim do dia o parque de estacionamento era quase nosso e claro "sugeri" que ele lá fosse buscar um monte. 
Ele "vai lá tu!" eu "Eu não, olha se está lá alguém a dormir debaixo??"
Andámos naquilo um bocado, "olha se aparece alguém" " e então não estamos a roubar nada isto é para o lixo".
Ele foi lá.
O jipe cheio de tralha,para avariar, na mala e o monte era enorme mas estava de tal modo embrulhado que não dava mesmo para separar ou arrumar melhor. Conseguimos fechar a porta a muito custo e fomos para casa da minha mãe. No parqueamento do prédio ele tentou dobrar aquilo da melhor maneira possível e só aí tivemos a noção dos metros que eram.
Deu para quase todo o quintal.



Sem dúvida nenhuma que deixou o nosso espaço muito mais confortável e até aparenta ser maior. Depressa me esqueci da terra, da relva natural e da água que andava a gastar. foi só colocar por cima do cimento (horroroso) e a parte da terra tentei alisar o melhor possível para que ficasse ao nível do cimento.

Estava a ficar tão agradável que lá ganhei coragem e pintei os muros e o anexo depois da chuva de óleo que o gajo fez e deixou as paredes com aquele aspetcto.
Em seguida a porta de madeira, já não havia nada a fazer, tem mesmo muitos anos aquela porta era da segunda entrada do meu sogro uma casa com mais de 40 anos. Tinha ainda um resto de tinta encarnada, daquela que pintei o chão da sala, a tinta é óptima e não podia ser melhor para pintar a porta. Gostei do resultado, fiquei logo a imaginar a cara do jeitoso mas nem refilou muito, perguntou apenas se não tinha um cor de rosa fluorescente ...  Depois do trabalho que tive a pintar o que ele sujou, quando lhe mostro o resultado final, orgulhosa do meu trabalho num dia de sol de 40º, ele olha muito seriamente com aquele ar de aprovação/desaprovação para tudo e diz-me "então pintaste ali o candeeiro"
A sério, pintei o candeeiro?! E o resto?? Deu-me vontade de lhe apertar o pescoço porque ele sozinho nunca pinta nada, estou sempre eu atrás a limpar o que ele deixa cair.



Ainda faltam umas coisas, como sempre, mas está a ficar muito mais composto. Construí uma pequena floreira para dar apoio ao grelhador. Desde o grelhador à floreira é tudo muito original.

A floreira era o que sobrou destas antigas, que entretanto desmanchei porque precisava de umas madeiras para a espreguiçadeira, coloquei uns camarões e pendurei alguns utensílios e o pano da loiça.

O grelhador são apenas uns blocos de cimento que sobraram da construção da parede da sala, umas pedras grandes que tínhamos aqui e tijolos de burro que eu adoro e alguém me ofereceu. Uma grelha de um forno antigo e voilá!










Ainda faltam alguns acabamentos, algumas pedras, outra espreguiçadeira, uma mesa de apoio, mas este já foi um verão muito agradável para nós. Mesmo as noites são muito bem passadas por aqui.

Agora em vez de gastar água a lavar o chão, aspiro e varro muitas vezes. De vez em quando também lavo e esta relva aguenta lixivia e tudo, é óptima.

Esta ideia já estava na nossa cabeça há muito tempo mas o preço destes tapetes de relva artificial  era demasiado para nós e nestas dimensões nunca vi há venda.


As plantas já referi aqui, não consigo que outras se aguentem todo ano bonitas e vistosas como as suculentas, são óptimas e adaptam-se muito bem nestes blocos de cimento em falta de canteiros melhores.





 

 Os lanches agora são ainda mais agradáveis, não pela mesa em si mas porque temos uma vista muito mais bonita. Espero que o Inverno não estrague muito a aparência que tem agora. Apesar do post chegar um pouco tarde, por aqui ainda não chegou a chuva.











Aqui alguns posts sobre o nosso exterior antes.

Este era o aspecto do nosso exterior antes:








quinta-feira, 12 de maio de 2016

Parede de riscas # papel autocolante

Ainda de volta da sala, no post anterior mencionei que gostava de um papel de parede na zona do espelho e aparador. Os preços que encontrei não suportavam o orçamento cá de casa. Riscas ou padrão, zig zag, trellis ou outros eram uma ideia que tinha há muito mas como me conheço sei que depressa me poderia cansar. Gosto de branco e cada vez mais.

Pensei num papel com gaiolas e passarinhos, algumas flores.... se tivesse mais jeito para o desenho era o que faria na parede, mas não é o caso. 
Comprei papel autocolante de um tom neutro, creme com algum brilho não me faço entender mas o tom do papel não é mate tem até pequenas purpurinas, que aqui não se consegue ver.

Recortei 3 medidas diferentes pelos quadradinhos que o autocolante apresenta por trás e na parede deixei entre eles 5cm , 10cm e 25cm de distância. Confesso que ao terminar as listas não terminavam certas e por isso não se ponham a contar as riscas para confirmar se o padrão está certo porque não está. Sabia que se pintasse as riscas ou qualquer outro padrão e depois me arrependesse ia ser dificil de eliminar, por isso optei pelo papel autocolante. Descolei e colei algumas vezes sem qualquer problema.






O jeitoso diz que está bom e que parece uma barraca de praia, a minha filha mais velha disse que me esmerei, a pequena disse uauu e eu digo hummmm..... não sei se escolhi o tom certo, se as riscas estão bem se deveria ter feito mais finas, ou mais grossas, ou até se as deveria ter feito simétricas. o importante é que fiz isto tudo em duas horas e se quiser eliminar basta descolar tudo!



A parede de lado parece-me bastante vazia mas o homem diz que é a única parede livre cá de casa para manter assim (sim...). As riscas têm 3 dias e ainda não me consegui habituar à ideia, vou deixar mais uns dias para ter a certeza. Na parede vazia vou imprimir umas imagens de passarinhos e pendurar em 4 molduras .


















Digam de vossa justiça ;)


Tiro a barraca de praia, mudo de cor, deixo branco...





terça-feira, 5 de abril de 2016

Móveis antigos de cara lavada

Já é grande e conhecida a minha paixão por móveis antigos... e brancos. Quase toda a nossa casa está decorada assim, móveis herdados, oferecidos e até alguns comprádos em segunda mão.
A mesa de jantar e o aparador foi oferecida por uma amiga, na altura recebi-os já pintados num tom creme, casca de ovo.

 

Quando o branco predomina em todas as divisões este tom não fazia sentido, por muito que parecesse uma cor clara a minha ideia já há muito era pintar de branco.


 

Comecei de noite e terminei no dia seguinte, as coisas acontecem quando assim tem de ser. Conseguem ver a diferença do tom?




Por enquanto aqui fica o aparador. A mesa também já está mas o querido perdeu a pistola de tinta do compressor... ele que se diz muito arrumado e sabe sempre onde tem as coisas. Ainda assim estou super contente com o resultado.











Mesmo assim ainda não estou totalmente satisfeita.... falta o toque final.