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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

35

Its my B Day!


 Antes de ser mãe, filha, neta, tia (tia não sou porque os meus irmãos são uns palermas ainda acham que estão a curtir a vida, mas adorava). Antes de ser avó sou mulher e não me quero esquecer disso.
Adoro ser mãe, amo as minhas filhas acima de tudo e qualquer coisa, mas nunca quis deixar de ser mulher. Ser mãe, amamentar, flacidez, estrias fazem parte de ser mulher um dom que temos nesta vida.
Por vezes posso trocar o rimel por uns chinelos, um jantar fora por uma roupa para elas, mas nunca quis deixar de calçar uns saltos, usar um vestido florido ou usar um baton. Não é por ser mãe e dona de casa que me posso desleixar, pensar que um rabo de cavalo e umas calças de ganga chega. Ninguém gosta de ter uma mãe assim. Adoro ouvir as minhas filhas dizer "uau mãe tás toda jeitosa" se eu gosto de às ver bonitas e arranjadas elas também gostam de me ver na mesma forma, é isso que é o amor. Se cuido delas, porque não hei-de cuidar de mim?




Oiço dizer "ah já estou casada há 15/20 anos, vieram os filhos, não me cuidei" ou "tenho lá paciência para isso, não sou rica para andar a arranjar as unhas todas as semanas" não é preciso ser rica para isso, dá jeito e ajudava muito, mas ainda assim não é essencial.

Com 35 anos sinto os 40 a chegar, a pele a envelhecer, as rugas e as manchas aparecem vindas do outro mundo e não posso fazer nada quanto a isso mas quero recordar estas imagens quando tiver 60 anos e sentir que aproveitei ao máximo a mulher que sou.

Há alguns anos dei por mim a procurar fotos antigas dos meus aniversários para ver as diferenças e não gostei do que vi, achei que eram fotos de "dona de casa" à volta da mesa, com a festa feita, não era isso que eu queria encontrar. Então há cerca de 4 anos que tiro fotos deste género uns dias antes do meu aniversário e guardo para recordar. Nem sequer é preciso um fotografo, um telemóvel com camara frontal chega e claro o editor de imagem ajuda muito.


Isto não é ser pirosa, ou convencida. As estrias, celulite, gordura extra está cá só não tenho que a salientar. As calças de ganga podem ser usadas com saltos altos e uma camisa justa, não tenho que usar uma t-shirt dois números acima. Demora exactamente o mesmo tempo a vestir, um lápis nos olhos e um batom são apenas segundos...

sexta-feira, 29 de julho de 2016

O dia de ontem


Ontem no meu aniversário fiquei em casa com as princesas. Podíamos ter ido à piscina e passar por lá o dia, mas o calor irrita-me e não tenho paciência para torrar ao sol. Fiz um cheesecake porque me apetecia um "bolo" fresco, aqui em casa todos gostamos (até à Catarina, incrível!) tirei da forma e tinha tudo pronto para o nosso lanche... Mas já há muito que eu queria que o dia de ontem fosse diferente, durante muitos anos passei o meu aniversário na praia ou na serra de Sintra a fazer piqueniques com a família. Não conformada disse-lhes que quando o pai chegasse íamos fazer um piquenique.
- " Mãe, mas o pai não sai às 20h? Quando ele chegar já é de noite."
E então? Quem é que disse que os piqueniques só se fazem durante o dia?
Voltei a por o cheesecake na forma (o raio do bolo parece que inchou fiz uma javardice enorme) fiz uma quiche de cogumelos, fiambre e queijo, fiz gelatina de  melancia e juntei pedaços de melancia em frasquinhos para mim e para o homem (para as jeitosas só gelatina de morango) coloquei tudo na cesta e esperei. 

                                              

Quando ele chegou, não perguntei nem esperei pela resposta: "estou cansado, um piquenique a esta hora, epa não podemos comer ali fora...."  informei-o que íamos.
Ao chegarmos ao parque, eram muitas as famílias que se juntavam por lá, umas com a febre do raio dos pokemons, outros a correr atrás dos filhos nos baloiços, e muitos simplesmente a apanhar o ar fresco da noite na esplanada.

Saímos do carro, estou eu à procura de qualquer coisa dentro da mala olho para o meu marido com a cesta debaixo do braço como se a conseguisse esconder e diz-me "não tinhas nada mais discreto, não??"  A cesta é linda e tem uma asa que serve exactamente para segurar.

Ficámos perto de um candeeiro junto ao rio e estávamos muito bem.
Infelizmente fiquei outra vez sem máquina fotográfica e já não mando arranjar novamente. As fotos com o tlm ficaram péssimas mas cantaram-me os parabéns e a Victória não chorou, fantástico! A rapariga chorava sempre que alguém cantava os parabéns. 
Maturidade é o que é.


Fiquei contente por ter sido um aniversário diferente e chegamos a casa perto da meia noite.



                                                       


                                                        



                




quinta-feira, 14 de abril de 2016

1º Aniversário na escolinha

Este foi o primeiro aniversário da Victória no Jardim de Infância, até aqui nunca tinha tido uma filha que festejasse o aniversário na escola... nem nunca foi necessário fazer duas festas, Agora foi, que chatice. Qual chatice? Adoro fazer uma festa, planear tudo e nunca compro nada feito. Adoro a confusão na cozinha poder fazer tudo em casa, ter um ambiente caseiro, agradável com muito cor de rosa à mistura.


Para oferecer um miminho aos meninos da turma da nossa bailarina resolvi comprar um papel de embrulho da Note It e fazer eu mesma os saquinhos. Cortei 29 rectangulos, fiz as primeiras dobras, a Catarina colou, fiz novas dobras, a Catarina colou, a Vi encheu com as gomas, chocolates e chupa chupas, divertiu-se imenso a separar os doces para cada saquinho e quase que não comeu nenhum. No final coloquei um napron de papel, o tamanho mais pequeno que encontrei, agrafei e tapei o agrafo com um coração de purpurina em cartolina eva com um pingo de cola-quente.






Para o bolo, recortei duas bailarinas (frente e verso) no mesmo tipo de cartolina, desta vez em prateado e colei num palito grande. Fiz também uma coroa, forrei uma bandolete velha que andava por aqui e colei a coroa no topo para a aniversariante usar.
Purpurinas para que vos quero! Ou não fosse ela uma princesa bailarina.






Bolo era pão de ló com recheio de doce de ovos, cobertura de mascarpone e natas com corante rosa.
Fiz ainda uns cupcakes com a mesma massa de bolo e a mesma cobertura.

As meninas adoraram e devo dizer que são todas um doce, super queridas e muito simpáticas, os meninos embora fosse uma festa de bailarina adoraram o bolo. Gostei muito de ver a Victória tão desembaraçada a oferecer os saquinhos. Pensava eu que ela na escola era muito tímida, mas cantou o final dos parabéns a agradecer aos amigos em alto e bom som sozinha. É sempre uma surpresa esta menina.







Em casa a festa continuou com o mesmo tema, fora os rissóis que ainda não aprendi a fazer foi tudo feito por mim. Os brigadeiros não correram muito bem, verdade seja dita mas eu avisei. Tudo o resto as críticas foram positivas.

Parabéns por mais um ano querida bailarina e obrigada por nos fazeres tão felizes, por seres a menina que és, doce e irrequieta, alegre e divertida, mimada e cheia de sonhos. A nossa vida nunca seria a mesma sem ti.
Sei que nas fotos não parece uma bailarina... talvez uma varina... mas foi o possível.

















domingo, 10 de abril de 2016

4 anos cheios de ti bebé

O tempo voou até aqui, tens tornado os nossos dias muito mais felizes. Rimo-nos muito contigo, cada dia é uma palavra nova que aprendes, uma frase "daquelas" que nem sabemos que resposta te dar.
Há dias, a Kaka não queria que fizesses qualquer coisa, tu viraste-te para ela e disseste "Oooh, hoje acordaste com os pés de fora!"
Dizes "obrigada" sabes que os meninos dizem "obrigado" e  obrigas-nos sempre a dizer "de nada" no entanto não dizes nada aos de fora.
És uma menina muito envergonhada, não dás conversa a qualquer um/a, não dás beijinhos à toa, dás quando queres e assim é que deve ser filha, deixa-os falar. Odeio quando obrigam as crianças a dar beijinhos seja à avó, ao avô, ao primo, ou à tia, um beijo dá-se quando se tem vontade. Gosto que digas Bom dia ou Boa tarde.



Adoro o carinho que tens sempre comigo, agarras-me o pescoço, eu mordo-te as bochechas e devorava-te toda se pudesse. Dás dentadinhas nas minhas bochechas e dizes que "é para ficar coradinha"... coisas da tua mana quando te quer morder e tu não deixas. A tua relação com a Kaka é de 8 a 80, ou se dão lindamente, não a largas e é a tua "mana preferida" como não queres nada com ela e nem a deixas chegar ao pé de ti. No entanto ela gosta sempre de ti ,não liga às tuas birras (ela também tem as dela).

Somos o trio prefeito, estamos sempre juntas.


És uma menina feliz, o teu riso contagia desde sempre, brincas sozinha, cantas e danças, no quintal os vizinhos sabem logo que estás na rua. Ralhas com o Mike e sabes que fico zangada quando lhe bates mas tu tens logo desculpa: "então ele quer me lamber o cu!!" ...


Tenho saudades de ti nos meus braços, não que não me peças colo todos os dias e eu dê, mas tenho saudades de adormecer contigo em cima de mim, quando ainda chegavas ao meu umbigo... agora já estás quase do meu tamanho, como costumas dizer. Chegas até ao meu umbigo mas dos pés para cima e pesas 16kg, insistes em pesar cada vez que vês a balança (espero que essa ideia desapareça, ainda és muito nova para essas coisas).




Tenho saudades das palavras que só nós compreendia-mos, a ragafa (garrafa), a venturinha
(ventoinha), entre outras que agora não me lembro porque já vais falando muito bem e usas palavras como imenso e ansiosa.
Adoras o pai, perguntas por ele vezes sem conta, e queres andar sempre atrás mesmo que ele esteja de volta do carro todo sujo e cheio de óleo. Queres ajudar tal como me queres ajudar a mim seja na cozinha ou a fazer a cama.

Hoje é o teu primeiro aniversário na escolinha, nunca cantas os parabéns, escondes-te sempre sejam os parabéns para ti ou não.

Estou contigo todos os dias desde que nasceste, e tenho sempre tantas saudades tuas. O pai diz que te mimo, pois é, não faz mal, se não for agora que eu te mime quando será. A tua irmã mimei-a da mesma maneira e ela hoje é uma miúda cheia de garra. Tu também vais ser!









quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Bolo de aniversário :: doce de ovos

Este é o bolo que a minha mãe costuma fazer nos aniversários, fofinho e delicioso com recheio de doce de ovos e cobertura opcional.
"Faz como eu te digo e sai como o meu" a verdade é que tem corrido bem. Costuma fazer sempre um brilharete e todos perguntam se é bolo caseiro, quanto a mim melhor que muitos que se compram por aí.
 Ontem publiquei a foto na página do facebook e apareceram logo umas meninas gulosas a perguntar a receita.



Aqui está:

Ingredientes

300g de açúcar
200g de farinha com fermento
6 ovos
10 colheres de sopa de sumo de laranja


Preparação

Bater muito bem o açúcar com as gemas até obter um creme esbranquiçado, de seguida acrescentar a farinha peneirada aos poucos e juntar o sumo de laranja. Batem-se as claras em castelo e junta-se ao preparado anterior envolvendo devagar.
Vai ao forno 200º  numa forma sem buraco, aquecendo apenas por baixo.


Para o doce de ovos será necessário mais 6 ovos, 250g de açúcar e 1dl de leite.
Vai ao lume o açúcar com um pouco de água como se fosse caramelo, adiciona-se os ovos inteiros, bem mexidos, devagarinho. Mexendo sempre com uma vara de arame para que não fique agarrado, adiciona-se o leite.


Quando engrossar o suficiente, está pronto!

Corta-se o bolo ao meio, barra-se com o creme anterior.



Como cobertura, natas batidas com queijo mascarpone e 3 colheres de sopa de açúcar é uma óptima opção.


Este foi o último bolo de aniversário que fiz, na falta de imaginação usei umas bunganvillias.

Bons doces ;)



sábado, 22 de agosto de 2015

13 anos

A princesa mais crescida fez 13 aninhos. Um dia feliz e divertido como assim deve ser, gosto de receber as suas amigas cá em casa (temo que para os próximos anos já sejam amigos também...) gosto de conhecer com quem ela se dá e ainda nunca me desiludiu. Só raparigas simpáticas e bem dispostas!
O dia foi passado nas piscinas perto de casa, vieram almoçar, 4 pizzas que fiz para estas miúdas, não sei onde põem tanta comida, depois piscina novamente. Ao fim da tarde vieram cantar os parabéns e a mãe babada, armada em fotografa, quis registar a felicidade em fotos.








Foram cerca de 120 fotos.... Devido ao profissionalismo aproveitaram-se cerca de 50, o importante foi divertirem-se (elas e eu)!









sábado, 8 de novembro de 2014

Daqui a 10 anos

Ontem li por aí uma pergunta que me fez pensar "onde estavas tu há 10 anos atrás?".
Fiquei a pensar e com toda a certeza afirmo que com 23 anos não sabia nada. Dou graças aos meus 33 anos hoje, agradeço estar como estou apesar de tudo e fico mesmo feliz por terem passados 10 anos, juro.

Lembrei-me de um post que escrevi num outro blog "Daqui a 10 anos", e publico-o aqui para mais tarde recordar. Na altura a minha filha mais velha escreveu o mesmo e guardei.
Tenho pena de não ter feito o mesmo com 23 anos, só por curiosidade.


Daqui a 10 anos quero ter uma casa de campo, isolada de vizinhos, onde entre o sol, onde a brisa levante as minhas cortinas numas janelas de madeira. Onde tenha um alpendre, com uma cadeira de baloiço, e um jardim com flores perfumadas da época.

     imagem google

Daqui a 10 anos quero beber um chá com a minha filha mais velha nesse alpendre, e ver a minha pequenina a fazer os trabalhos de casa.

Daqui a 10 anos quero que a minha filha mais velha já tenha o começo de um bom futuro profissional, e que a mais pequena tenha juízo. Quero continuar a ter o maior orgulho nas minhas filhas e que elas tenham o mesmo por mim e pelo pai. Quero que sintam que somos os seus melhores amigos, que podem sempre contar connosco, e que estaremos sempre aqui para elas seja porque motivo for.


Daqui a 10 anos quero ter a carta de condução e ir para onde me apetecer sozinha. É ridículo, mas é verdade. Ou então quero ter um motorista ;)


Daqui a 10 anos quero ter algumas rugas próprias da idade e que cada uma conte uma história. Quero que o meu marido me acompanhe, e que tenha mais cabelos brancos que eu (não há-de ser difícil). Quero sentir que sou uma mulher elegante e inteligente, não quero parar no tempo por estar fechada em casa.


Daqui a 10 anos quero sentir que a minha vida aos 41 anos não foi em vão. Que todo o tempo que abdiquei da minha situação profissional, foi por um óptimo motivo. Que se não tive ouro nem jóias, foi porque não precisei disso para ser feliz. Quero sentir orgulho por mim mesma, em não ter tido um ordenado no final do mês, mas que ainda assim sempre tive o que foi preciso e que nada fez falta às minhas filhas.


Daqui a 10 anos quero poder continuar a contar com a minha mãe, exactamente da mesma maneira que conto até hoje,quero ser eu a ajudá-la. Quero poder mostrar ao meu pai que não precisei da ajuda dele e consegui ser feliz sem que nada me faltasse, que nunca me esqueci dele, mas que ele se esqueceu que tinha três filhos e duas netas.


Daqui a 10 anos quero ter uma autocaravana e fazer o tipo de férias que eu e o meu marido gostamos. De norte a sul do país, estacionando aqui e ali, sem pressa para comer ou dormir.


Daqui a 10 anos, porque não, fazer uma verdadeira lua de mel (a quatro, não deixava cá as minhas filhas a não ser que elas insistissem...) Tailândia.


Daqui a 10 anos quero continuar a ser a mesma pessoa. Quero que todos os que me rodeiam tenham saúde e se encontrem bem.


Daqui a 10 anos acho que vou continuar a mudar a casa toda várias vezes ao ano... ao mês. Acho que vou continuar a fazer bricolagem e a reutilizar o que me apetecer, seria sinal de que a minha energia física e mental estaria bem.


Daqui a 10 anos quero continuar com o meu marido ao meu lado, e tenho a certeza que ao fim de 22 anos de casada ele vai continuar na mesma... que vai deixar a roupa no chão, vai continuar com a mania dos carros, dos negócios, vai continuar a dizer que não foi isso que ele me disse, vai continuar a atrasar-se, vai continuar a pedir-me para lhe preparar a roupa.
Tenho a certeza, ou pelo menos espero, que daqui a 10 anos continue a gostar da minha comida, a gostar que mesmo em noites de muito calor eu durma com a perna em cima dele, a gostar de me ver meio ensonada e despenteada, tenho a certeza que vai continuar a embirrar com a minha roupa... e, vai continuar a embirrar comigo e eu com ele, de certeza.


Daqui a 10 anos quero sentir que fui útil e essencial a alguém.

Daqui a 10 anos ... ...


Daqui a 10 anos quero voltar aqui e ler o que escrevi. Dizem que as palavras têm mais força quando são escritas, por isso aqui fica.
Mais alguém quer escrever?
A minha filha escreveu o mesmo e guardámos numa caixinha onde tenho todas as recordações dela desde bebé. Daqui a 10 anos eu e ela iremos ler o que escrevemos, ela terá 20 anos e eu 41.

domingo, 12 de outubro de 2014

Nestes dias...

Este blog anda cada vez mais desactualizado... por vezes perco a vontade de escrever, podia culpar a saúde ou o tempo, mas na verdade acho que são inúmeros os factores.
Recebemos uns amigos para um almoço e aproveitei para fazer uma mesa usando as bases de trapilho vermelhas e umas bagas que apanhámos pelo campo.








Adoro estes momentos em que a Victória dorme a sesta, a Catarina está na escola e o marido trabalha. A casa está em silêncio absoluto e eu faço o que me apetece (ou não faço mesmo nada).





O jeitoso apanhou-me e disse 33 (eu faço em Julho ele em Outubro).









segunda-feira, 28 de julho de 2014

33

Nem acredito como o tempo passa, ainda há pouco tempo eu desejava fazer 18 anos para poder sair à noite, ser independente... e hoje continuo sem sair à noite e sou completamente dependente da minha família!

Pedi a uma amiga para nos tirar umas fotos em família. A Nadine fez um excelente trabalho, adoro o que ela consegue captar com a lente. Mais uma vez obrigada querida, as fotos estão lindas!

Estava indecisa entre o que vestir e acabei por levar um vestido da minha mãe, em linho com cerca de 25 anos. E o rosa do vestido da Victória ficou lindíssimo nas fotos.







Sem dúvida o melhor que a vida me pode dar!


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Coisas de mulher

Aqui em casa nunca há um electrodoméstico que se avarie e fique "apenas um electodoméstico avariado".

Já havia escrito este post antes e depois apaguei. Pensei "o que é que isto interessa", mas agora escrevo novamente porque interessa-me saber se isto acontece com mais alguém ou se é só cá em casa.

Começou pela torradeira... partiu-se o botão e as torradas não desciam. Fiquei sem torradinhas pela manhã.
A seguir foi o aspirador, esta casa sem se aspirar pelo menos dia sim dia não não é nada. Tive que abrir os cordões à bolsa.
O secador de cabelo já tinha uns aninhos, mas funcionava plenamente e tinha bastante força. De repente começou a fazer um barulho estranho e puff, queimou e partiu qualquer coisa por dentro. Pensei que estávamos no verão e por agora não ia pensar nisso, mas a sogra ofereceu-nos um novo :)

Isto tudo no espaço de 2 meses mais coisa menos coisa! Será possível que isto só me aconteça a mim?

Há uns dias avariou-se a máquina fotográfica, sem mais nem menos a objectiva deixou de abrir. Arranjar uma máquina daquelas não compensa.

O tempo por esta altura do ano nunca é muito para o computador. Temos sempre alguns familiares de visita e a Victória requer muita atenção. Na verdade não me importo nada porque é para isso que estou em casa, para aproveitar o máximo de tempo com a Vi e a Catarina, e estes momentos em família não têm preço.

Como a dama fez aninhos, ofereceram-lhe uma máquina fotográfica nova, eheh! Esperemos que seja melhor que a anterior.
Este blog nunca fala de moda, sapatos e acessórios. Não que eu não me interesse, muito pelo contrário, mas a minha carteira não tem orçamento para tal. Havia de ser engraçado eu vir aqui falar onde compro (ou de onde vem) a roupa que uso.

Ser mulher implica fazer ver ao marido o que precisamos, este ano tive que ser mais explícita e usei a Catarina para o pai abrir os cordões e oferecer-me exactamente o que eu queria, já que a desculpa é sempre "épa, pedes tanta coisa que quando chega a altura nunca me lembro..."


Adorei estes sapatos assim que os vi, bem como o colar, foram aquilo que se pode chamar de amor à primeira vista.


 

O vestido, a cor, e o corte.


Adoro receber flores e nunca ninguém se lembra. Esta é linda e ainda por cima não murcha, significa que quando olhar para ela me vou lembrar de quem a ofereceu.


E a minha avó que me ofereceu este telefone antigo.


Este barulho é inconfundível! O rodar dos números, o som da chamada a chegar... lembro-me das vezes que me enganei e tinha que voltar a marcar o número todo.
Claro, para a Catarina nós somos quase pré históricos. Perguntou logo como é que mandávamos mensagens às amigas.